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Segurança

31/10/2007 12:00

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Homicídios caem no país mas crescem no RS
RS é o segundo Estado em fugas de presos no país
Brigada Militar diz que segurança pública gaúcha está à beira do colapso
Polícia Civil, IGP e Susepe páram dias 6 e 7 e podem fazer greve
Porto Alegre supera Rio de Janeiro no número de assaltos a banco
Assaltos a ônibus em Porto Alegre crescem 40% em um ano

O que vemos acima são título de reportagens veiculadas no mês de outubro em jornais, rádios, e tvs do Rio Grande do Sul. Não seria preciso comentá-los já que todos falam por si. Contudo, neste período, nenhum dos deputados que no governo Olívio Dutra propouseram uma CPI porque consideravam que havia uma crise na segurança, se manifestou sobre o assunto.
- quando a Brigada Militar reúne soldados, cabos, tenentes, capitães, majores, coronéis e tenentes-coronéis num mesmo manifesto que objetiva alertar a governadora para o fato de que a segurança está à beira de um colapso;
- quando o superintendente do órgão responsável pelos serviços penitenciários é demitido e sai acusando a governadora de nunca ter pisado na Susepe;
- quando ficamos sabendo que o Rio Grande do Sul superou São Paulo na taxa de assassinatos por habitante (lá, 17,7 mortes X 100 mil; aqui, 18 X 100 mil);
- quando a polícia civil anuncia uma operação-padrão que só vai atender casos de urgência ao mesmo tempo em que o governo resolve retirar policiais do interior para botar em dia 27 mil inquéritos atrasados;
- quando o sub-comandante geral da Brigada Militar diz que vai ter de buscar qual foi o remédio adotado no Rio de Janeiro para diminuir os assaltos a bancos;
- quando passageiros pobres sacrificam seus salários gastando mais com outras formas de transporte porque têm medo de andar de ônibus em algumas linhas porque só este ano já aconteceram mais de 1.500 assaltos dentro de coletivos...

...o que temos aí, senão uma crise na segurança, senhora governadora Yeda?

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