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Bohn Gass diz que sociedade deve ajudar Dilma na cruzada contra juros altos

03/05/2012 06:18

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Bohn Gass diz que sociedade deve ajudar Dilma na cruzada contra juros altos

O deputado Elvino Bohn Gass (PT/RS) disse, nesta quinta-feira (3/5), na Câmara, que a sociedade precisa fazer a sua parte para ajudar a presidenta Dilma na sua cruzada por uma taxa de juros menor no país. “Ela está fazendo o que pode. Os bancos públicos já compreenderam e, também, estão fazendo a sua parte. Agora, é a hora dos setores empresariais, de trabalhadores e do povo em geral, exigir que os bancos privados operem juros menores. Porque isto é fundamental para o desenvolvimento do país”, disse o deputado gaúcho.

            Bohn Gass avalia que a disposição manifestada pela presidenta pode configurar um momento histórico para o Brasil se o objetivo for alcançado. “Quando lá na frente, alguém quiser entender o que se passava no Brasil de 2012, penso que devemos lembrar a fala de Dilma quando ela diz que ´a economia brasileira só será plenamente competitiva quando nossas taxas de juros, seja para o produtor, seja para o consumidor, se igualarem às taxas praticadas no mercado internacional. Quando atingirmos este patamar, nossos produtores vão poder produzir e vender melhor, e nossos consumidores vão poder comprar mais e pagar com mais tranquilidade´. É uma síntese perfeita, uma leitura adequada do momento econômico pelo qual estamos passando. E se chegarmos ao patamar de 2% ao ano, teremos criado as condições para um país economicamente equilibrado”, afirmou o parlamentar.

            Partilhando com a presidenta a opinião de que é inadmissível o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continuar com um dos juros mais altos do mundo, Bohn Gass ressaltou que Dilma merece toda a ajuda que se puder dar ela neste momento. “Porque, ao contrário de outros, ela fala mas também faz. Agora, mesmo, impulsionou medidas concretas de redução de taxas na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil e está pensando em alterar as regras da poupança para colaborar com a redução dos juros.”

            Ao final de seu pronunciamento, Bohn Gass voltou a repetir Dilma: “Os bancos privados não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra, com presteza e honestidade, os seus compromissos”.

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