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Bohn Gass: “Conselho Monetário Nacional autoriza nova linha do Pronaf para atingidos pela seca no RS”

11/07/2012 08:15

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Bohn Gass:  “Conselho Monetário Nacional autoriza nova linha do Pronaf para atingidos pela seca no RS”

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) já pode operar a nova linha do Pronaf que vai conceder crédito emergencial de R$ 10 mil com bônus de adimplência para os agricultores familiares dos municípios da Região Sul que tenham decretado situação de emergência ou estado de calamidade pública por seca ou estiagem ocorrida no período de 1º de dezembro de 2011 a 30 de abril de 2012.

“O Ministério do Desenvolvimento Agrário atendeu a reivindicação dos movimentos sociais do campo que pediram esta linha de crédito. O centro de governo aprovou a ideia, mas a palavra final, nestes casos de novos financiamentos, é sempre do Conselho Monetário Nacional que hoje autorizou a medida”, detalha o deputado Elvino Bohn Gass (PT/RS) que acompanhou as negociações entre os agricultores prejudicados e o governo Dilma.

O dinheiro do financiamento pode ser gasto em recuperação, reconstrução ou revitalização da propriedade e, ainda, ser usado em práticas de uso, manejo e conservação do solo e da água, implantação de projetos de irrigação, formação e melhoria de pastagens e, produção e de forragem destinada à alimentação animal.

“Podem ser acessados R$ 10 mil com taxa de juros de 1% ao ano e bônus de adimplência, o que chamamos de rebate,  de 20% (vinte por cento) sobre cada parcela paga até a data de vencimento. Melhor ainda: o prazo é de até 10 (dez) anos, incluídos até 3 (três) anos de carência. Ou seja, são condições bastante favoráveis aos agricultores familiares ofertadas por um governo que, desta forma, demonstra sua sensibilidade e comprova que é parceiro de todas as horas da agricultura familiar”, resume o parlamentar.

Bohn Gass avisa que o prazo de contratação da nova linha do Pronaf vai  até 31 de janeiro de 2013 e ressalta que o montante de recursos destinados pelo Governo Dilma para esta operação é de R$ 500 milhões, sendo R$ 400 milhões da poupança e outros R$ 100 milhões do BNDES.

 

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